inicialmente, a ideia era que essa definição saísse no fim de 2017. Silva conta que, quando fechou, entre fevereiro e março, o planejamento estratégico deste ano, já havia uma expectativa de que os resultados seriam afetados pela eleição, mas a greve dos caminhoneiros acentuou as incertezas no campo político.
Silva, que participou na segunda-feira, 25, em São Paulo, de seminário realizado pela publicação Autodata, diz que a prioridade agora é rever gastos e buscar ganhos de produtividade, colocando de lado planos de aumento de produção. “Chegamos a pensar em abrir o terceiro turno de produção, mas isso terá de esperar”.
terça-feira, 26 de junho de 2018
Incerteza dificulta investimentos da Nissan no país
Reflexo das incertezas eleitorais, de desdobramentos da greve dos caminhoneiros e de um cenário externo adverso, a piora do ambiente de negócios no Brasil tem atrapalhado as negociações da Nissan com a matriz no Japão em torno do plano de investimento a ser executado pela filial nos próximos cinco anos.
A empresa espera que o novo ciclo seja aprovado em um mês, mas o presidente da Nissan no Brasil, Marco Silva, reconhece que a realidade do país não ajuda na discussão. “Ontem mesmo recebi questionamentos (da matriz) sobre como está a situação por aqui.”
Apesar da dificuldade em atrair recursos, sobretudo após a montadora desembolsar quase R$ 3,5 bilhões desde que começou a construção da fábrica, inaugurada há quatro anos em Resende (RJ), Silva diz que não fez cortes na programação de investimento enviada ao Japão.
inicialmente, a ideia era que essa definição saísse no fim de 2017. Silva conta que, quando fechou, entre fevereiro e março, o planejamento estratégico deste ano, já havia uma expectativa de que os resultados seriam afetados pela eleição, mas a greve dos caminhoneiros acentuou as incertezas no campo político.
Silva, que participou na segunda-feira, 25, em São Paulo, de seminário realizado pela publicação Autodata, diz que a prioridade agora é rever gastos e buscar ganhos de produtividade, colocando de lado planos de aumento de produção. “Chegamos a pensar em abrir o terceiro turno de produção, mas isso terá de esperar”.
inicialmente, a ideia era que essa definição saísse no fim de 2017. Silva conta que, quando fechou, entre fevereiro e março, o planejamento estratégico deste ano, já havia uma expectativa de que os resultados seriam afetados pela eleição, mas a greve dos caminhoneiros acentuou as incertezas no campo político.
Silva, que participou na segunda-feira, 25, em São Paulo, de seminário realizado pela publicação Autodata, diz que a prioridade agora é rever gastos e buscar ganhos de produtividade, colocando de lado planos de aumento de produção. “Chegamos a pensar em abrir o terceiro turno de produção, mas isso terá de esperar”.
Único elétrico do Brasil BMW i3
O mercado brasileiro vem recebendo uma quantidade considerável de modelos híbridos – e os planos futuros incluem até modelos nacionais com essa tecnologia. Mas, por enquanto, continuamos a ter somente um elétrico disponível para compra.
A boa novidade é que a BMW passou a vender o novo i3 no Brasil. O modelo de carroceria de plástico com fibra de carbono (CFRP, na sigla em inglês) ganhou mudanças visuais e maior autonomia. Não houve modificações no motor elétrico traseiro de 170 cv.

A inédita versão esportiva i3S de 190 cv, no entanto, está descartada para o mercado brasileiro, segundo a BMW.
Agora o modelo pode rodar até 180 km sem recarregar (antes o limite era 160 km).
Todas as versões vendidas no Brasil incluem o REX, um motor a combustão que funciona exclusivamente como gerador. Com ele o alcance do novo i3 pode ser ampliado em até 150 km – totalizando 320 km.
Como as unidades antigas do i3 que estavam à venda eram antigas – alguns veículos haviam sido fabricados em 2016 -, o preço disparou.
Se antes dava para encontrar o modelo por menos de R$ 160 mil, agora o i3 não sai por menos de R$ 199.950.


A inédita versão esportiva i3S de 190 cv, no entanto, está descartada para o mercado brasileiro, segundo a BMW.
Agora o modelo pode rodar até 180 km sem recarregar (antes o limite era 160 km).
Todas as versões vendidas no Brasil incluem o REX, um motor a combustão que funciona exclusivamente como gerador. Com ele o alcance do novo i3 pode ser ampliado em até 150 km – totalizando 320 km.
Como as unidades antigas do i3 que estavam à venda eram antigas – alguns veículos haviam sido fabricados em 2016 -, o preço disparou.
Se antes dava para encontrar o modelo por menos de R$ 160 mil, agora o i3 não sai por menos de R$ 199.950.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017
PICAPES QUE VÊM POR AÍ EM 2018
O ano de 2017 foi marcado por poucas novidades no segmento de picapes. Para você ter uma ideia, a Nissan Frontier foi o único lançamento totalmente novo, o que a levou a ganhar o prêmio Picape do Ano. Ano que vem será um pouco melhor e trará até novas marcas ao segmento, casos da JAC e Renault.
A JAC deve iniciar a importação da picape T6 em 2018. Trata-se de uma média de verdade: são 5,31 metros de comprimento e 3,09 m de entre-eixos. A maior diferença em relação aos modelos já estabelecidos no mercado está no motor turbodiesel. O 2.8 tem apenas 115 cv e 25,5 kgfm de torque, mas isso pode mudar na versão a ser trazida.
A versão Renault da Frontier vai desembarcar bem antes da Mercedes-Benz Classe X, prevista apenas para 2019. O modelo feito na Argentina aposta no mesmo motor turbodiesel 2.3 biturbo, mas tem detalhes de estilo que o aproximam da linguagem visual dos Renault. Como a francesa tem grande tradição no mercado de comerciais, talvez a Alaskan seja tão popular nas ruas quanto sua parente japonesa.
Quase tão rápida quando um Golf 1.4 TSI, a Amarok V6 já teve pré-venda iniciada e chegará às concessionárias em fevereiro. O lote inicial de 450 picapes na cor branca e com rodas aro 19 esgotou-se em cerca de 24 horas, olha que o preço de partida era de R$ 187.710. A configuração Highline convencional parte de R$ 184.990. É mais cara apenas que a Chevrolet S10 2.8, porém, ganha largamente em desempenho graças ao 3.0 V6 turbodiesel de 225 cv entre 3.000 a 4.500 giros e 56,1 kgfm a 1.500 rpm. Segundo a Volkswagen, a picape V6 vai de zero a 100 km/h em 8 segundos e a velocidade máxima chega aos 191 km/h.
Hyundai Veloster

Antes que você pergunte: sim, a segunda geração do Hyundai Veloster continua com três portas. Mas o mais importante: a fama de lento deve ficar para trás.
A fabricante sul-coreana designou dois motores para o modelo em seu lançamento: o 1.4 Kappa turbo com aproximadamente 140 cv e o 1.6 Gamma turbo de 204 cv.
Ambos terão câmbio automatizado de dupla embreagem com sete marchas, mas só o 1.6 terá opção de câmbio manual de seis marchas.
Mais tarde surgirá o Veloster N com motor 2.0 turbo de 275 cv, mas ainda com tração dianteira.
Na dianteira, o agora esportivo tem faróis mais estreitos com luzes diurnas de leds, para-choque com spoiler e tomadas de ar nas laterais e uma estranha variação da grade hexagonal característica dos Hyundai atuais.
Janelas laterais traseiras estão ainda menores e, pelo pouco que se vê da retaguarda, é de se esperar que a vigia traseira também esteja menor. As lanternas, contudo, continuam na mesma posição e ainda invadem as laterais.
A apresentação oficial da nova geração do Hyundai Veloster deverá acontecer no Salão de Detroit, na segunda metade de janeiro.
quarta-feira, 21 de setembro de 2016
FIAT UNO 2017
A Fiat já estava ficando incomodada com a proximidade entre Mobi e Uno. Bastava que tentássemos reuní-los em um comparativo para criar uma situação desconfortável em família. Não cai bem para parentes tão próximos brigar. Pois bem, agora, eles continuam próximos no preço, que parte de R$ 41.840 no Uno Attractive 2017 e chega a R$ 42.300 no Mobi Like On equivalente, mas o veterano acabou se tornando um hatch mais moderninho que a novidade. Para começar, ganhou novos motores 1.0, o primeiro três cilindros do fabricante, e 1.3. Além disso, passou por uma pequena reforma de estilo na parte frontal e ganhou eletrônica de primeira, com direito à direção elétrica e ESP.
Fez sentido guardar os motores Firefly (vaga-lume, em inglês) para dar uma força ao Uno, que pedia um carinho após o lançamento do Mobi. O próprio subcompacto de acesso só vai ter acesso ao novo motor 1.0 em um segundo momento. As novidades vêm em boa hora, mas ninguém marcaria o Uno sem um preço sensual. A gama 2017 continua no Way 1.0 (R$ 42.970), passa pelo Way 1.3 (R$ 47.640) e chega ao Sporting 1.3 (R$ 49.340). Para os 1.3, o câmbio Dualogic Plus é oferecido por R$ 4.350 e vem junto com o ESP e Hill-holder. O câmbio manual de cinco marchas foi mantido com pequenos ajustes.
Se não deu para aferir o consumo, o teste deixou claro que não há nada como motores novos Até então, a Fiat apostava em propulsores mais antigos, tais como o Fire e também os E.torQ, derivados daqueles Tritec uma vez utilizados pelos Mini. O Attractive 1.0 marcou 13,8 segundos no zero a 100 km/h, quase três segundos a menos que o Fire 1.0 e seus 16,7 s. Nos testes da Autoesporte, o modelo ficou atrás apenas do Ford Ka entre os 1.0 aspirados da mesma classe, e foi por uma pequena diferença de 0,3 s. O 1.3 Way fez o mesmo em 10,8 s, distância ainda maior em relação aos 14,7 s do antigo.
O zero a 100 km/h pode dominar o imaginário, mas o objetivo dos Firefly foi a entrega linear de torque, sem quedas após o pico. Ou seja, foco nas retomadas. Mesmo com diferencial alongado, o 1.0 conseguiu retomar de 60 a 100 km/h em 10,9 s, contra 17,7 s de antes. Até o Dualogic Plus foi iluminado: o câmbio vacila menos diante do torque em baixa. Robotizada, a caixa ainda deve suavidade diante dos melhores automáticos do segmento, contudo, ficou mais intuitiva e age rapidamente na hora do freio-motor ou de uma redução dupla. O manual deve engates mais precisos, por mais que sejam macios.
FORD FUSION
Líder de vendas entre os sedãs acima dos médios tradicionais, com 2.391 emplacamentos acumulados em 2016, o Ford Fusion ganhou nos últimos meses concorrentes com declaradas pretensões premium, como os novos Honda Civic e Chevrolet Cruze.
Por causa disso, era grande a expectativa a respeito de como a Ford iria posicionar a atualização do modelo, hoje em sua segunda geração. Ele continuará importado do México, e deve começar a ser vendido em outubro.
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Além de um facelift que se resume a detalhes visuais (como a grade frontal um pouco alargada, assim como a parte inferior do para-choque, além de um filete cromado na traseira), o carro ganha novidades nos equipamentos e nos motores e uma nova versão intermediária.
A versão de entrada SE agora custa R$ 121.500, um aumento de R$ 7.100 sobre a tabela anterior. Ela mantém o motor 2.5 de 173 cv e 24,1 mkgf de torque (com etanol), que segundo a Ford ficou até 7% mais econômico.
A SE já traz de série rodas aro 18, faróis com DRL de leds, central multimídia Sync 3 com Apple CarPlay e Android Auto, oito airbags, cintos de segurança traseiros infláveis, controles de tração e estabilidade, monitoramento da pressão dos pneus, grade frontal com sistema de abertura e fechamento ativo (para melhorar a refrigeração ou a aerodinâmica, conforme a demanda) e o seletor E-shifter, um botão rotativo que substitui a alavanca de câmbio (sempre automático de seis marchas).
Apesar de recheada, a versão de entrada deve se restringir ao nicho das vendas diretas, pois a nova configuração SEL com o motor 2.0 EcoBoost de 248 cavalos (14 a mais que os 234 cv anteriores) e 38 mkgf custará R$ 125.500 (apenas 4 mil reais a mais que a SE), batendo de frente com o Honda Civic Touring 1.5 Turbo (R$ 124.900). O 2.0 EcoBoost tem turbo e injeção direta, e funciona apenas com gasolina.
Mais adiante ficará o Titanium 2.0 EcoBoost (R$ 138.000, aumento de R$ 10.600 sobre o anterior), que acrescenta faróis full led, sistema de som Sony aprimorado com 12 alto-falantes, sistema de monitoramento de ponto cego com alerta de tráfego cruzado, assistente de mudança de faixa, sensores crepusculares e de chuva e bancos dianteiros com ajustes elétricos, aquecimento e refrigeração.
Por fim, o Titanium 2.0 EcoBoost AWD (R$ 154.500, ou R$ 9.100 a mais que o anterior) oferece tração integral, piloto automático adaptativo, alerta de colisão e detector de pedestres com frenagem automática de emergência, assistente de estacionamento autônomo, capaz de estacionar o carro sozinho em vagas paralelas e perpendiculares e teto solar (que nas outras versões é oferecido como opcional por R$ 4.000).
Teoricamente, seus rivais diretos seriam o VW Passat, Hyundai Azera, Honda Accord e Toyota Camry. Nenhum deles, porém, possui números de vendas expressivos no país.
Na prática, o Fusion renovado deve mesmo disputar mercado com os sedãs de entrada de Mercedes, Audi e BMW, e com as versões top de linha de Civic (Touring 1.5 Turbo, por R$ 124.900) e Jetta (2.0 Highline com o pacote de equipamentos Premium, por R$ 126.433), com o Cruze LTZ 1.4 LTZ Plus (R$ 107.450) num patamar de preço mais baixo.
Além de espaço e potência maiores que o dos sedãs médios, e com equipamentos e tecnologias que a maioria dos concorrentes da categoria premium só disponibilizam em versões mais caras, o Fusion também promete menores custos de revisões e seguro.
O plano de manutenção com preços fixos deve somar R$ 1.636 nos primeiros 30 mil quilômetros ou 36 meses de uso, com garantia de três anos e planos adicionais que prolongam o período para quatro e cinco anos.
A Ford ainda não divulgou novidades a respeito da outra versão em linha no Brasil, o Titanium Hybrid, hoje tabelado em R$ 149.400.
quarta-feira, 28 de maio de 2014
FORD FOCUS SEDAN
Se existe um carro que mais bem representa o plano One Ford, de padronização da oferta mundial de modelos, esse é o Focus, veículo que é vendido em todos os países onde a marca americana está presente. Na atual versão, a primeira desenvolvida dentro da estratégia global, o Focus se firmou como o automóvel mais vendido da marca, com mais de 1 milhão unidades comercializadas no planeta, no ano passado. E, segundo um levantamento da consultoria Roland Berger, no primeiro semestre deste ano, o Focus respondeu por cerca de 19% das vendas totais da Ford do mundo.
O novo Focus chega às concessionárias brasileiras nas versões sedã e hatch. As duas estarão no fim do mês nas lojas, mas no lançamento antecipado para a imprensa a Ford disponibilizou apenas o sedã - o hatch ficou reservado para a próxima edição. A Ford quer reforçar a imagem do sedã, que nas gerações anteriores teve presença discreta em nosso mercado, enquanto o hatch sempre se deu bem no seu segmento.
Oferecido em três versões de acabamento (S, SE e Titanium, da mais simples para a mais sofisticada) e equipado sempre com motor 2.0 e câmbio automatizado (com dupla embreagem) de seis marchas, o Focus Sedan tem preços que vão de 69 990 reais na versão S básica a 89 990 reais na Titanium completa (mostrada aqui). A versão intermediária, que deverá ser a mais procurada de acordo com a estimativa da fábrica, custa entre 74 990 reais (básica) e 77 990 reais (completa).
De acordo com a Ford, o nosso Focus, que é produzido na Ford da Argentina, é idêntico aos comercializados em outros mercados do mundo, incluindo a utilização de materiais avançados como aços de alta resistência na proporção que ultrapassa 50% o peso do carro. Para isso, alguns componentes da estrutura montados no país vizinho são importados da Alemanha, de acordo com a empresa. Pelo jeito, o Focus se tornou global não só na forma, mas também no conteúdo.
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